Indústria automotivaMercedes-Benz
Sinistros de transporte controlados por e-mail e planilhas descentralizadas, sem um lugar que acompanhasse o caso até o pagamento.
Registrar o sinistro é o começo, não o fim. O que decide o resultado vem depois: acompanhar o ciclo até o pagamento, identificar onde ele emperra, comparar o desempenho da rede e reconhecer os padrões de dano que se repetem. Com cada caso em um e-mail ou em uma planilha separada, essa leitura não existia.
Construímos primeiro o ciclo operacional inteiro, da abertura ao pagamento, com histórico auditável de cada movimento e a comunicação com as concessionárias dentro do fluxo. A camada analítica veio depois, assentada sobre essa base. É o que faz os indicadores de veículo, avaria, concessionária, região, tempo e valor nascerem do próprio processo.
- Gargalos, padrões de dano e desempenho da rede viraram indicadores de decisão
- Leitura da carteira como um todo, construída a partir do detalhe de cada processo
- A operação passou de reativa para estratégica
Operação semelhante, problema semelhante.
Conte o problema e o que já tentaram. Em 20 minutos, a engenharia diz se é caso de sistema sob medida ou se existe uma saída mais curta.